terça-feira, 20 de outubro de 2009
Nota final - Vamos continuar a trabalhar por Tomar
Mas continuamos a ter uma visão diferente e a defender uma estratégia que, pensamos, é úrgente para o futuro de Tomar. Em nome da confiança que depositamos nas nossas propostas, nos elementos que integraram a equipa da candidatura "Saber Decidir" e em nome de todos os tomarenses (os que votaram ou não em nós), garantimos que vamos continuar a trabalhar em prol dos interesses do nosso concelho.
Obrigado pela confiança!
Saber Decidir
terça-feira, 13 de outubro de 2009
CDS-PP elege Herculano Gonçalves para a Assembleia Municipal de Tomar
O último representante centrista naquele orgão municipal nabantino foi eleito há mais de 10 anos.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Encerramento da Campanha da Candidatura "Saber Decidir"





No próximo Domingo saiba decidir, que nós saberemos cumprir!
Paulo Portas com Ivo Santos no Mercado Municipal
"O Dr. Ivo Santos é uma pessoa seríssima e acredito que no Domingo vai haver uma surpresa!"
IC9 Alburitel/Carregueiros entra finalmente em funcionamento!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Candidatura “Saber Decidir” recebe vários dirigentes centristas no último dia de campanha
Paulo Portas estará em Tomar ao final da manhã. O líder do CDS-PP chegará por volta das 11h30, altura em que visitará o Mercado Municipal. De seguida, a comitiva participará numa arruada no centro histórico da cidade.

terça-feira, 6 de outubro de 2009
Ivo Santos propõe acordo supra-partidário para o Mercado Municipal de Tomar
“É daqueles assuntos tão importantes para Tomar e para a região, que devia de existir um acordo tácito entre todos os partidos para encontrar a solução”, defendeu o cabeça-de-lista da candidatura “Saber Decidir”, Ivo Santos, na última sexta-feira, durante a apresentação, no local, das propostas do CDS-PP sobre o futuro das infra-estruturas que existem hoje na margem esquerda do Rio Nabão.
O candidato repudia a construção de um Fórum Comercial com a volumetria proposta pelo PSD (com 20 mil metros quadrados de área comercial) – “Tenho ouvido ideias fantásticas, mas que não pertencem a este universo”. Ivo Santos e a sua equipa apresentam em contraproposta a requalificação do actual edifício do mercado, com construção de mais um piso superior destinado a espaços comerciais e cinema. A proposta “Saber Decidir” prevê, ainda, a construção de um deck, com frente para o rio, Convento de Cristo e centro histórico da cidade, para instalação de esplanadas.
Durante a conferência de imprensa, o candidato Ivo Santos revelou o possível interesse da Lusomundo em realizar o investimento e exploração da sala de cinema. O cabeça-de-lista sublinhou o interesse do grupo, demonstrado em reuniões que têm decorrido – “Estamos em condições de avançar que a Lusomundo está interessada em realizar este investimento”, garantiu.
Declaração inicial de Ivo Santos na Conferência de Imprensa
“O Mercado Municipal de Tomar sempre foi um tema que motivou diferentes opiniões, raros consensos e permanente controvérsia.
Alicerçado no pressuposto da sua localização ser a mais aconselhada, devido à proximidade e centralidade no contexto da cidade, pensamos que, à época da sua construção, não foi equacionada a possibilidade da futura expansão do espaço ocupado por este equipamento. Observe-se que do lado poente, o mercado está limitado pelo rio, do lado nascente pelo talude das traseiras do edifício da EDP, do lado norte pela EN 110, e do lado sul por um arruamento. Assim, o problema da falta de espaço não é um problema de agora, mas antes algo que se verifica, pelo menos, de forma notória desde os anos 80 do século XX. Acresce a este facto, outros mais recentes condicionamentos, tais como as imposições e normativos legais na área da higiene e salubridade, em permanente crescendo em termos de exigências.
Sem criticarmos as intervenções pontuais que foram efectuadas no edifício do mercado e espaço envolvente, ao longo dos anos, por diferentes responsáveis autárquicos, pensamos que todos tiveram em mente que os problemas apenas seriam solucionados com a construção de um novo Mercado Municipal. É isso que defendemos.
Quanto à venda grossista e à venda ambulante defendemos que devem ter um espaço autónomo, em terreno com uma área suficiente para albergar estes mercados e outro tipo de eventos, como a Feira de Santa Iria, as festas de Verão promovidas por várias associações, ou outros eventos similares. O espaço em questão dista cerca de 700 metros do actual Mercado Municipal de Tomar, é propriedade de privados, mas deverá ser adquirido para o efeito.
No período em que as obras decorrerem no Mercado, o mesmo será transferido, regressando à sua actual localização quando terminarem.
Um novo Mercado Municipal, amplo, moderno, actual, dotado de todas as condições a um equipamento deste tipo é o que propomos aos tomarenses. Importa analisar, estudar, planear, discutir, reunir consensos. Será uma opção decisiva em termos de orientação de política autárquica nos próximos quatro anos. Serão precisas verbas para fazer face à construção do novo espaço e, posteriormente, para o seu funcionamento e manutenção.
A hipótese de uma área comercial do tipo Fórum Comercial, nesta localização, necessita de vários estudos técnicos, desde os de impacte ambiental, de estudos de solos, de volumetria, entre outros. Excluímos liminarmente a proposta equacionada pelo Partido Social Democrata, de um espaço de 20.000 metros quadrados de área comercial.
Reconverter, recuperar e dinamizar o Mercado Municipal, como elemento de abastecimento de proximidade às populações, é a proposta da candidatura do CDS-PP.”
Ivo Santos, candidato do CDS-PP à Câmara Municipal de Tomar
sábado, 3 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
“Saber decidir” inaugurou IC9 no nó de Vale dos Ovos

Esta via, importantíssima para Tomar, uma vez que permite um mais rápido acesso à cidade, continua encerrada, alegadamente por obras de correcção no muro de suporte de uma barreira, segundo tem afirmado a Estradas de Portugal em informações prestadas à imprensa.
A candidatura “Saber Decidir” estranha este adiar da abertura do troço, cujas obras estão prontas desde Julho, e exige a sua entrada em funcionamento, de forma a facilitar o acesso Tomar/Ourém.

A conclusão da construção do IC9 entre Tomar/Nazaré será uma das prioridades do executivo autárquico nabantino, caso o CDS-PP ganhe as eleições autárquicas de 11 de Outubro. “A primeira medida será reunirmo-nos com todos os municípios abrangidos pelo IC9 - Ourém, Torres Novas, Leiria, Porto de Mós, Batalha, Marinha Grande, Alcobaça e Nazaré – e concertarmos estratégias de forma a pressionar o governo a avançar com o que resta da obra. No caso de Tomar, tudo faremos para que o troço mais importante para o nosso concelho, Alburitel/nó A1-Fátima, não fique para trás”.
Tal como o governo de José Sócrates, que há dois anos classificou este itinerário como fundamental para o desenvolvimento da região, também Ivo Santos considera esta obra essencial para a concretização das propostas “Saber Decidir”, que prevêem a construção de uma zona industrial na freguesia da Sabacheira.

Paulo Portas vai voltar a Tomar

Assim, o Dr. Paulo Portas estará na nossa cidade no próximo dia 9 (sexta-feira), para participar na acção de campanha prevista para o Mercado Municipal de Tomar e, de seguida, participará numa arruada no centro histórico, juntamente com os elementos que constituem a lista de candidatura à autarquia e à Assembleia Municipal de Tomar.
Razões da candidatura
versão integral da entrevista em http://www.radiohertz.pt/?pagina=programas
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Inauguração simbólica do IC9 Alburitel/Carregueiros
Ivo Santos defendeu já, por diversas vezes, a abertura daquele troço, considerado fundamental para o futuro de Tomar.
A “inauguração” deste troço está agendada para as 10h00 desta quinta-feira (dia 1), junto ao Nó de Vale dos Ovos e, será precedida de conferência de imprensa, com apresentação das propostas “Saber Decidir” para área de desenvolvimento económico e empresarial.
SABER DECIDIR – Razão do Apoio por António Gonçalves

Sou Tomarense há 43 anos, militante do CDS há cerca de 25 e eleitor em Tomar até que o Cartão de Cidadão me remeta para outras secções de voto, pelo que a parcialidade das minhas opiniões, resulta de mim e do meio em que cresci e me tornei homem, reconhecem? Estou a pensar na nossa cidade de Tomar.
Sou de uma geração que, na sua maioria, procurou fora de Tomar a sua formação académica e profissional, dos quais a poucos foram dadas as condições de instalarem os seus centros de vida em Tomar.
Pouco importa apontar agora de quem foram as responsabilidades políticas que, ao longo dos
Anos, levaram à diminuição do maior activo que temos, os Tomarenses. Importa sim que não se continuem a dar os sinais errados a quem quer viver e trabalhar em Tomar, sejam os seus naturais sejam os que por uma razão ou outra por Tomar se apaixonam e teimosamente insistem em vencer todas as dificuldades que lhes são levantadas aos mais variados níveis, quer pelo preço da habitação comparativamente elevado face a outros concelhos, grandemente influenciado pela morosidade da apreciação dos processos e dos custos de licenciamento, levando os promotores a optar por outros destinos, quer pela falta de incentivo à instalação de novas empresas geradora de postos de trabalho, umas por falta de áreas adequadas na ausência de espaço em zonas industriais, outras pelo excessivo peso burocrático do licenciamento agarrado a principios decisórios anquilosados, quer pela incerteza nos cuidados de saúde que possam ter ao seu dispôr em caso de urgência, mas sobretudo pela manifesta falta de estratégica, ausência de rumo e falta de liderança vividas nos anos mais recentes. Não vou apontar rostos nem nomes, porque todos somos iguais enquanto homens e seremos todos Tomarenses depois das eleições.
Conheço o Ivo Santos desde os tempos em que juntos militavamos na Juventude Centrista em
Tomar, com pena o vi pertencer a outras cores políticas, mas com orgulho de amigo assisti ao
reconhecimento do seu trabalho ao serviço da comunidade, ou seja, de todos nós. As amizades e apreço da competência não distinguem a cor política e tendo o Ivo sentido que não tinha mais condições de continuar a servir Tomar e os seus cidadãos da melhor forma, com as
limitações da liderança partidária a que estava vinculado, procurou a melhor maneira de se manter disponível para a prossecução do seu empenhado trabalho, que os seus pares e todos reconhecemos, vindo a encontrar nas suas raízes de vida o partido da sua juventude, que está sempre disposto e preparado para acolher quem quer trabalhar em prol das populações e ao seu serviço do bem comum e disso tem dado bom exemplo, aliás bem recentemente reconhecido pelo povo Português.
Tenho vindo a defender que o futuro de Tomar está nas pessoas da minha geração e que estas têm de se mostrar disponíveis para assumir as suas responsabilidades, apontando rumos, encontrando soluções e concretizando projectos. Verifica-se agora que um de nós se disponibilizou a servir Tomar com responsabilidade própria e não podia trair a minha convicção se não desse o meu apoio a essa solução. Dei o meu Sim à chamada, porque o Ivo soube decidir, importa agora a Tomar e aos Tomarenses Saber Decidir.
António Gonçalves
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Entrevistas e debates

Sábado, 3 de Outubro, 15h00, Biblioteca Municipal de Tomar
Debate promovido pela Rádio Hertz com os sete candidatos à presidência da Câmara Municipal de Tomar. Participação de Ivo Santos pela candidatura "Saber Decidir"
Segunda-feira, 5 de Outubro, 10h30 às 13h00
Debate promovido pela Rádio Cidade de Tomar com as sete candidaturas à Câmara Municipal de Tomar. Participação de Ivo Santos pela candidatura "Saber Decidir"

sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Acções de campanha do CDS-PP canceladas em Tomar
Desta forma, esta sexta-feira de manhã não se verificará a acção no Mercado Municipal liderada por Filipe Lobo D’Ávila, cabeça-de-lista pelo círculo de Santarém. É ainda cancelada a passagem da caravana de Paulo Portas por Tomar, prevista para a tarde.
O cancelamento destas acções de campanha surge em sequência de um pedido da candidatura às eleições autárquicas “Saber Decidir”, por respeito à família e amigos de Mário Nunes.
O professor Ivo Santos expressa publicamente as suas sinceras condolências à família enlutada.
Gratos pela atenção,
Candidatura “Saber Decidir”
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Portal sobre as autárquicas da Lusa
Clique em:
http://www.lusa.pt/info/lusa/ea2009/ea2009.html
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Tratamento desigual das candidaturas

«Algo, quanto a nós, que devia ser uma cobertura isenta por parte de todos os órgãos de comunicação, não o está a ser! Certas acções de algumas candidaturas têm merecido amplo destaque, enquanto outros eventos semelhantes passam completamente ao lado dessa cobertura por parte de certos órgãos de comunicação. Penso que há um código de conduta que obriga a que haja isenção e isso não está a ser respeitado! E não falo só em relação à candidatura do CDS/PP. Ainda não tinha colocado esta questão, pois podia tratar-se de uma questão pessoal em relação ao candidato Ivo Santos mas a verdade é que, na última segunda-feira, tiveram a palavra todos os elementos efectivos na corrida à Câmara Municipal e alguns meios de comunicação não fizeram qualquer referência ao facto. Não vou particularizar a quem me refiro, mas se formos obrigados a tomar posição formal junto da Entidade Reguladora, então essa questão será equacionada».
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Apresentação do Programa de Acção da candidatura “Saber Decidir”
Perante uma sala cheia de apoiantes, os sete elementos que compõem a lista de candidatura do CDS-PP, apresentaram as suas propostas nas mais variadas áreas: acção social, economia e emprego, planeamento urbanístico e património, finanças autárquicas e funcionamento da autarquia, turismo, educação, juventude, cultura, desporto e tempos livres, saúde e ambiente.

No âmbito da acção social, a candidatura de Ivo Santos prevê a elaboração de um programa de auxílio, visando dar respostas aos que sofrem maiores necessidades. O programa inclui a elaboração e implementação da Carta Social Concelhia, construção ou recuperação de fogos de habitação, construção de habitação social no Bairro 1º de Maio, recuperação de imóveis degradados no centro histórico e apoio a famílias carenciadas, idosos e jovens.
Para conseguir mais e melhor emprego, destaca-se no programa “Saber Decidir”, o projecto de criação de duas novas zonas empresariais de nova geração, nas freguesias da Sabacheira e Asseiceira, que incorporem ciência e inovação tecnológica e ofereçam condições para fixar serviços de apoio de qualidade às empresas e quadros qualificados.
O documento prevê a elaboração da Carta Empresarial Concelhia e de um levantamento dos sectores de actividade com maior vantagem competitiva para o Concelho, como sejam o turismo e a indústria ligada ao papel, visando fomentar o incremento dos investimentos nestes sectores identificados, quer sejam por isenções temporais de taxas e licenças, quer por promoção do sector a nível nacional.
Ainda nesta área, a candidatura “Saber Decidir” propõe-se criar um sistema de incentivos à fixação de novas unidades de indústria e de turismo, e à criação de postos de trabalho, desenvolvendo acções articuladas com empresas, demais agentes económicos e o Governo. Pretende-se ainda criar um centro de incubação de empresas.
Das diversas propostas na área do Urbanismo e Património, destaca-se o projecto de criar uma ligação mecânica entre a Praça da República e a Cerrada dos Cães, ligando o Convento de Cristo / Castelo de Tomar ao núcleo histórico.
Ainda na área do Património salienta-se a elaboração da Carta Municipal do Património, a criação do Gabinete de Apoio à Requalificação e Valorização do Património Concelhio, o cumprimento do Plano de Salvaguarda e Valorização da Zona Histórica, estabelecer parcerias com o Instituto Politécnico de Tomar, para implementação de acções de formação na área do Restauro Municipal e isentar de taxas urbanísticas, os edifícios de valor arquitectónico a restaurar.
“O futuro do concelho de Tomar passa pelo equilíbrio das contas da Câmara Municipal de Tomar, levando muito a sério o controle e redução dos gastos, de forma a deixar de recorrer sistematicamente a empréstimos bancários para fazer face aos seus compromissos correntes. A meta será a da reorganização da autarquia.”
Para cumprir este objectivo, a candidatura “Saber Decidir” prevê reduzir as despesas correntes, e de funcionamento, para permitir o aumento do Investimento e a regularização da situação financeira da Câmara Municipal de Tomar; apresentar Planos de Actividades e Orçamentos exequíveis, com taxas de execução significativas; rever a situação financeira da autarquia, de forma a resolver a preocupante situação de endividamento, através de uma reestruturação global da dívida; efectuar uma revisão total dos Regulamentos Municipais, em especial, da Tabela de Taxas e Licenças, adequando-a à realidade regional nesta matéria, e reduzindo esta, nos sectores em que for dado primazia, nos objectivos de desenvolvimento do Concelho.
O programa de acção é extenso em matéria de turismo. Das várias medidas propostas, destacam-se o apoio ao desenvolvimento da oferta turística, pela solução de problemas que se arrastam há anos, como o do transporte, circulação e estacionamento no Núcleo
Histórico de Tomar; a construção do parque de estacionamento, previsto no Plano de Salvaguarda do Núcleo Histórico, na envolvente à Quinta da Anunciada Nova; apoio ao desenvolvimento da rede de oferta de camas em unidades de pequena dimensão, que tenham como preocupação a recuperação do património e a preservação da natureza; a criação de 4 praias fluviais no concelho (Pedreira, Barragem do Carril, Vila Nova – Serra de Tomar e Olalhas), resolvendo todos os eventuais problemas ambientais que possam surgir no processo de licenciamento e certificação;
A candidatura “Saber Decidir” apresenta ainda a proposta de criação de uma equipa, com vista ao desenvolvimento do projecto de criação do Centro Nacional de Turismo, e sua promoção junto do governo central, ICEP e Instituto do Turismo, e que deve contemplar valências como:
a) Centro Nacional de Formação, em todas as áreas do turismo
b) Central de Reservas Nacional
c) Unidade de Investigação e Desenvolvimento de Actividades, Produtos e
Mercados Turísticos a nível nacional
d) Incubadora de Empresas de Projectos Turísticos
e) Centro Internacional de Eventos da Indústria do Turismo
Transformar Tomar num concelho de referência a nível regional e nacional nas áreas da Cultura, Desporto e Juventude, é outra das metas, sublinhada durante a apresentação do programa de acção da candidatura.
“Saber Decidir” pretende desenvolver, por exemplo, eventos de promoção anual da Festa dos Tabuleiros; apoiar e promover a cultura concelhia desenvolvida pelos vários agentes culturais; dinamizar o Mês da Juventude; retomar o processo para a construção de uma Pousada da Juventude no concelho; ajustar à realidade actual o Programa de Apoio ao Associativismo, na atribuição/distribuição de subsídios e regularização do seu calendário de eventos; construir a bancada do Estádio Municipal de Tomar.
Nas áreas da Segurança, Protecção Civil, Saúde e Ambiente, a equipa liderada por Ivo Santos propõe-se desenvolver diversas medidas com vista ao fomento de melhorias necessárias para o concelho. Por exemplo, propõe-se na área da Segurança, exigir junto do Governo, mais agentes e militares para a esquadra da PSP e quartel da GNR, com vista a uma maior presença de elementos de segurança nas ruas de Tomar.
Na área da Saúde, a candidatura pretende, de entre outras medidas, ver implementados os serviços de Pediatria, Cuidados Básicos – Urgência Cirúrgica Hospitalar e Medicina Interna no Hospital de Tomar, 24 horas/dia.
Na vertente ambiental – águas e saneamento, prevê-se a criação da Tarifa Familiar da Água, eliminando uma injusta penalização de que são vítimas as famílias mais numerosas do concelho, em consequência dos sistemas de escalões de consumo praticados pelos SMAS;
“Capacidade financeira, liderança forte, coerência das decisões” são as premissas que integram esta candidatura, que visam conseguir um futuro melhor para Tomar.
Ivo Santos, Nuno Madureira, Maria Augusta Costa, Rui Rodrigues, Fátima Nascimento, Luís Nunes e António Gonçalves não prometem “grandes projectos” que fiquem por cumprir. Todas as propostas são exequíveis e necessárias a Tomar, para que possa ser um concelho melhor para os que cá vivem e para quem nos visite.
Programa de Acção "Saber Decidir"
O Programa foi apresentado por todos os elementos que constituem a lista candidata à Câmara Municipal de Tomar.
(clique na seta no canto superior direito para aumentar o documento)
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA DE ACÇÃO

sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Cabeça-de-lista do CDS-PP por Santarém visita sede de campanha de Ivo Santos

A caravana do CDS-PP tem percorrido todo o distrito durante os últimos dias. A presença nos mercados e feiras, para estabelecer contacto directo com a população, e a visita às PME’s mais representativas do distrito, tem sido uma das apostas de campanha da candidatura centrista.
Filipe D´Ávila vai regressar a Tomar nas duas sextas-feiras que faltam até às eleições, onde visitará, por exemplo, o mercado semanal.
Lembramos, ainda, que a apresentação do Programa de Acção da candidatura "Saber Decidir", liderada por Ivo Santos, vai realizar-se na próxima segunda-feira, dia 14, pelas 21h00, na sede de campanha, situada na Rua Marquês de Pombal, nº36.
Candidatura do CDS-PP às legislativas passa em Tomar

quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Candidato Ivo Santos responde a acusações de Luís Ferreira sobre CDOS

Proposta de Ivo Santos aprovada por unanimidade em reunião do executivo
Desta forma, a autarquia nabantina fica obrigada a disponibilizar um espaço para instalação da referida instituição.
Esta é a primeira vez, depois do 25 de Abril, que a câmara nabantina se dispõe a disponibilizar um seu espaço para albergar a sede de uma associação.
Conheça o teor da proposta completa em:
http://ivosantos-saberdecidir.blogspot.com/2009/08/proposta-apresentada-por-ivo-santos-na.html
Entrevista de Nuno Madureira ao jornal Cidade de Tomar
NM - Para mim, importante é a possibilidade de poder ter uma participação cívica na vida da Cidade e do Concelho.
Para tal, poder contribuir com ideias e conceitos que possam de maneira realista tornar Tomar uma melhor Cidade e Concelho para viver e trabalhar é não só um desafio mas sim uma obrigação.
Ser convidado para segundo lugar por Ivo Santos, foi sentido por mim como sinal que valeu a pena expressar a minha opinião e o meu inconformismo com o desempenho e postura do Executivo actual.
Também reconheço em Ivo Santos capacidade de decisão e liderança, de forma dialogante e empenhada, na resolução dos problemas e anseios dos Tomarenses.
CT - Tomar perdeu protagonismo ou estão a ser valorizados conceitos de regresso ao passado?
NM - Esta questão não está posta da melhor forma, na realidade não penso que haja perca de protagonismo da Cidade.
O que realmente acontece é que os Tomarenses se sentem inconformados com o rumo dos acontecimentos.
Foram afastados e ignorados nas tomadas de decisão nos últimos tempos sobre a sua cidade e o seu Concelho.
A sua participação que teria sido vital, foi desvalorizada.
O resultado é algo que não compreendem, que sentem inacabado e que não acreditam que seja concluído.
Quanto ao regresso ao passado, acho que no mesmo nem tudo foi mau assim como no presente também não é.
No entanto há que reconhecer que certos caminhos não têm rumo e voltar ao ponto onde sabíamos onde estávamos e o que tínhamos não é sinal de retrocesso mas sim de inteligência.
CT – Há falta de gosto nas obras da câmara, exemplo das rotundas?
NM - Falta gosto nas obras da Câmara, não hesito em afirmá-lo.
Tudo começa exactamente por aí, as obras não são da Câmara são dos Tomarenses.
Essa apropriação, feita pelo executivo e pelos seus técnicos, foi fatal no que se refere ao orgulho dos Tomarenses na sua Cidade.
No seu desenho e concretização, foi patente um secretismo e um total autismo face à população.
O resultado final é muito aquém do que Tomar e o Concelho mereciam.
São obras sem integração e inserção urbanística.
Primam por uma total ausência de detalhe e pormenor que conjugado com uma escolha de materiais na maior parte das vezes desajustados, não resultam em Património arquitectónico com valor, como os Tomarenses vêm noutros pontos do Pais.
Dotar a Cidade e o Concelho de infra estruturas e equipamentos é uma obrigação da Câmara, desvalorizar a imagem da Cidade não pode ser a outra face dessa moeda.
CT – Algumas razões para apoiar a sua lista?
NM -Apoiar a minha Lista é acreditar que a Câmara pode ser dialogante e solidária.
Significa que se acredita que o papel da Câmara é proporcionar condições para o desenvolvimento do Concelho e assegurar o bem estar da população.
A Câmara deve orgulhar-se e incentivar a capacidade de iniciativa individual, empresarial e associativa dos Tomarenses.
Deve acreditar e confiar, ao invés de condicionar e subjugar toda e qualquer inciativa que não praticada por si ou que não esteja de acordo com os desígnios do seu Executivo.
CT - Como se podem criar empresas e empregos no concelho?
NM - Claro que se podem criar empresas e emprego no concelho. Se tal acontece noutros concelhos, porque não em Tomar?
A centralidade de Tomar, o seu património arquitectónico e histórico, o encanto da paisagem, a afabilidade da sua população, a proximidade da albufeira do Castelo do Bode, as suas tradições e a mais que provada capacidade de empreendedorismo, tanto a nível individual, empresarial e associativo da sua população são sem dúvida, argumentos que propiciam que o concelho possa ser um exemplo de prosperidade económica.
Por falta de enquadramento e devido ao ambiente hostil que a Câmara Municipal de Tomar brinda a todos os que pretendem investir em Tomar, o concelho não se desenvolve.
A relação da câmara com os investidores não acalenta a iniciativa empresarial, a câmara não fomenta medidas estratégicas que conduzam à viabilidade processual de instalação e criação de empresas no concelho.
Ao invés da atitude que devia tomar, com as taxas que cobra, com a morosidade processual que inflige aos projectos dos investidores, com a postura que mantém de se imiscuir de forma paternalista e serôdia na definição do próprio negócio que lhe é alheio condena o investimento em Tomar.
Acresce a este facto o paradoxo de não se reconhecer à câmara qualquer legitimidade na aferição e validação da iniciativa privada e empresarial. A câmara como promotor de negócio tem sido o pior exemplo do que pode ser a gestão empresarial – obras que não cumprem orçamentos nem datas de conclusão, contratos de concessão ruinosos e adjudicações sem critério.
Mas, no entanto, os seus resultados económicos enquanto empresa, só não são mais calamitosos, pois são sempre compensados com a taxação hiper-inflacionada feita sob várias formas aos munícipes.
CT - Sente-se optimista em relação ao desenvolvimento do concelho e do país?
NM - Sinto-me bastante optimista. Terem aparecido tantas listas à câmara municipal é sinal de vitalidade e inconformismo.
Há pessoas que não estão na disposição que as suas vidas, o seu trabalho e o seu futuro estejam sujeitos a linhas de pensamento de gestão da cidade e município não participadas e partilhadas pela população.
Os últimos tempos foram sinónimo de autocracia teleguiada e os resultados falam por si.
A vida da cidade e do município tem de ser resultante de opções fruto de um verdadeiro debate democrático e representativo das vontades e necessidades dos municípes e não de condições e cenários de desenvolvimento impostos, mas completamente irreais, acessórios e inconcretizáveis.
Relativamente ao país também sou optimista. Acredito que temos capacidade de ultrapassar a crise por que passamos desde que sejam tomadas medidas que fomentem o empreendedorismo.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Apresentação do Programa de Acção

Seremos capazes de cumprir o nosso lema, Saber Decidir!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Pensar Tomar - o futuro
Reflexão
Estamos afincadamente a preparar o Programa de Acção, que reflecte a visão que temos para o futuro de Tomar, e cujo contributo de muitos cidadãos ajudou a criar. Apresenta também, um conjunto de áreas onde iremos concentrar as nossas atenções enquanto eleitos, de forma a podermos atingir os objectivos que preconizamos concretizar nos próximos quatro anos de governo autárquico de Tomar.
Afirmamos em que modelo de território queremos viver; definimos as condições necessárias para que este possa oferecer uma boa qualidade de vida; demonstramos como o concelho pode ser competitivo e inovador, preservando o património cultural e ambient

É também uma candidatura com valores: os da cidadania, da solidariedade e de uma nova forma de estar e trabalhar em Tomar.
Tendo consciência que o estabelecimento de uma visão para Tomar, está afectado pelos constrangimentos financeiros conhecidos, não podemos, no entanto, deixar de ser ambiciosos.
Por essa razão, apresentamos um conjunto de áreas de intervenção, que nos parecem prioritárias para o processo de desenvolvimento de Tomar e para a melhoria do quotidiano dos seus residentes. Esta selecção de prioridades é feita com sentido de responsabilidade, no sentido de não hipotecar o futuro do concelho, nem das gerações vindouras.
Neste sentido, a adopção de práticas de boa governação económico – financeira surge como fundamental. A Câmara de Tomar tem que ser gerida ao cêntimo, num clima de seriedade no relacionamento com fornecedores e munícipes, de forma a recuperar a boa imagem da autarquia.
Por essa razão, uma das primeiras acções consistirá na inventariação rigorosa de todos os compromissos assumidos pela autarquia. Com rigor nas despesas, com pagamentos certos, com imaginação e envolvimento dos munícipes, das juntas de freguesia e das restantes entidades do concelho, pode fazer-se muito mais e melhor!
Tomar, 07 de Setembro
A Candidatura Saber Decidir – CDS – Partido Popular
Ivo Santos
sábado, 5 de setembro de 2009
Saída do CDOS - Candidato Ivo Santos exige respeito pelos tomarenses
O candidato Ivo Santos está indignado com a forma como foi conduzido o processo do CDOS - Centro Distrital de Operações e Socorro, que durante vários anos esteve instalado em Tomar. Numa altura em que parece cada vez mais certa a saída para Almeirim, o cabeça-de-lista da candidatura "Saber Decidir" volta a ser a única voz de desagrado pela saída de mais este serviço.

A posição de Ivo Santos foi divulgada, esta sexta-feira, na Rádio Hertz:
Notícia http://www.radiohertz.pt/?pagina=noticias&id=1033Noticiário http://www.radiohertz.pt/?pagina=noticias&id=1033
«Só posso lamentar tudo isto, até pelo clima de inverdade que existe neste processo. Uns parecem saber mais do que os outros. É o que se entende pelas declarações do vice-presidente da Câmara Municipal de Almeirim e também por aquilo que disse o candidato do Partido Socialista, que parece estar na posse de mais dados do que o cidadão comum. A Autoridade Nacional da Protecção Civil tem uma dívida elevada para com Tomar, mas parece ter apostado na fuga para a frente, o que não se pode aceitar a um organismo estatal, mandatado pelo povo. Tomar fica a perder! Exigo respeito e consideração pela população, pois há um protocolo ainda em vigor! Houve falta de respeito pela população de Tomar!».
(transcrição das declarações)sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Sobre o artigo de opinião de Jorge Ferreira

In “O Templário”, edição de 03 de Setembro de 2009
Começo por saudar Jorge Ferreira, cidadão que tive o prazer de cumprimentar na única vez em que nos encontrámos, devolvendo-me o cumprimento com delicadeza e correcção, e que, também por isso, merece a minha consideração e respeito.
Também gostaria de reiterar a minha admiração pelos restantes elementos da sua lista de cidadãos independentes, em especial pelo seu mandatário, Alexandre Correia Leal, que considero um amigo.
Lamento ter de vir, publicamente, referir-me ao seu artigo de opinião, no qual tece um conjunto de afirmações e considerações que, não só lamento, como me merecem a mais veemente crítica.
Ao contrário do que possa parecer ao Senhor Jorge Ferreira, a lista do CDS – Partido Popular e os cidadãos que a integram

Mais afirmo que não tive qualquer responsabilidade na não concretização de eventuais contactos que possam ter existido entre o CDS – Partido Popular e outros cidadãos de Tomar ou aqui residentes.
A minha saída do PSD foi já por mim bastas vezes abordada e nunca me escusei de esclarecer todos os tomarenses sobre as reais razões que me levaram a essa difícil decisão. Permitam-me, no entanto, esclarecê-lo mais uma vez.
Em Novembro de 2007, deve Jorge Ferreira lembrar-se, porque já então era um cidadão atento pelos assuntos desta terra, integrei uma lista concorrente à concelhia de Tomar do PSD e também aos órgãos distritais do partido. Essa mesma lista era encabeçada por Isabel Miliciano. Denunciámos um conjunto de situações internas, não pactuámos com pressões e tivemos a coragem de ir até ao fim. Fomos derrotados nas urnas.
Posteriormente, em Janeiro de 2008, aquando do meu regresso à Câmara como vereador do PSD, devido à saída de António Paiva, afirmei em entrevista ao semanário “O Templário” e, posteriormente, ao semanário “O Mirante” que reiterava o que afirmara até àquele momento - que se verificava o total esvaziamento do papel da secção concelhia do Partido Social Democrata, contrariando deliberadamente os estatutos do Partido. Que tudo o que era verdadeiramente importante e fulcral ser discutido em termos políticos, era teimosamente apresentado como facto consumado, não necessitando de qualquer reparo, crítica ou sugestão. Aliás, permitam-me esclarecê-lo que, basicamente os meus motivos, foram os mesmos que levaram Isabel Miliciano, então militante do PSD, e por isso minha ex-colega de partido, e actual n.º 2 da mesma lista de independentes, a mais tarde abandonar essa força partidária.
E permitam-me acrescentar que também ela integrou, durante determinado período, o executivo camarário, enquanto vereadora a tempo inteiro, pelo que a haver responsáveis, pelo que entende ser má gestão ou “desastre” também a ela caberá alguma percentagem de responsabilidade, dado ter tido competências delegadas pelo então Presidente António Paiva.
Por falar na gestão PSD de que ambos fizemos parte, lembro-lhe que a mesma foi sufragada por duas vezes, tendo obtido em ambas as ocasiões maioria, de 5 e 4 vereadores, respectivamente, num executivo de 7. Fazendo fé na sua avaliação do nosso trabalho, deve ter sido um desastre positivo.
Concluindo, ao contrário do que Jorge Ferreira quer fazer crer, não saí do PSD por questões de lugares em listas, e permitam-me dizer que não esperava que alguém com o seu percurso de vida e experiência, viesse tecer considerações sobre as minhas convicções. Não me conhece minimamente para isso. Nem eu nunca ousaria fazer o mesmo sobre Jorge Ferreira.
Permitam-me que termine com uma citação constante do Compromisso “Saber Decidir”, da minha candidatura pelo CDS - Partido Popular, que no meu entender deve centralizar a discussão autárquica:
“É Hora de olhar o futuro e de saber decidir. Não nos intimidam os interesses instalados, nem as teias de influência e amiguismo que vêm obstaculizando o desenvolvimento do nosso concelho.
Acredito nas pessoas, na sua capacidade, na sua enorme generosidade.
Saúdo todas as candidaturas que se apresentam a estas eleições autárquicas, com espírito democrático e vontade de bem-fazer.
Estou convicto que, sabendo decidir, um concelho melhor e mais bem governado é possível e está ao alcance de todos”.
Tomar, 03 de Setembro de 2009
Ivo Manuel Querido dos Santos
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
A questão da abertura do trânsito na Corredoura
Seguem-se os esclarecimentos de Ivo Santos sobre a sua proposta, publicados em resposta aos vários comentários digitados no blog de António Rebelo http://tomaradianteira.blogspot.com/
"Obrigado por me terem referido a questão da Corredoura. Constato que a nossa candidatura continua a fazer a agenda em Tomar A Corredoura e o seu funcionamento enquanto principal artéria da cidade velha é não só um tema difícil e quase sempre discutido de modo apaixonado, como terreno por onde poucos se arricam a ir.
Relembro que tudo começou com uma boa ideia do António Paiva, que teve vários problemas e vicissitudes, logo desde o começo, com a questão do pavimento e materiais escolhidos, passando pela questão da iluminação ao nível do solo que nunca funcionou devidamente, terminando na questão do Regulamento do Núcleo Histórico, entre outros. Não me furto à dscussão desta matéria e sobre a mesma tenho diferentes ideias, que se completam mutuamente.
Assim, tento-me colocar na pele dos moradores, dos lojistas e dos visitantes/turistas. Os moradores agradecem o silêncio de uma rua sem carros, mas condenam a falta de segurança provocada por não haver circulação de pessoas e viaturas à noite. E têm razão. A hipótese de câmaras de vigilância nesta via esbarra em condicionalismos legais, embora sejam norma em qualquer cidade do centro da Europa, com a nossa dimensão e património. Acresce que alguns moradores ficam sem acesso 24/24 horas às suas residências, o que é uma clara limitação. Já aconteceu o cenário anedótico de alguns serem multados... Imagine-se o que acontece com pessoas de idade e/ou com problemas de mobilidade.
Quanto aos lojistas a primeira ideia é a de que nunca estão satisfeitos. E talvez seja impossível agradar a todos. Mas que o encerramento provocou a partida das agências bancárias e de algumas farmácias é um facto.
Contudo, continua o cenário de não existirem lojas na Corredoura, com uma dimensão interessante, para vender ou alugar. A um preço razoável e de acordo com a nossa realidade, acrescento. A questão do emparcelamento e das dificuldade que existe da aplicação do Regulamento já citado, tornam este cenário de investimento e de criação de novos negócios numa questão burocrática. Muitos falam demasiado porque não conhecem a realidade.
Ou seja e resumindo, algo de anormal se passa. As rendas são altissimas; os proprietários colocam as lojas com rendas impensáveis e acabamos por ter N edificios devolutos. Para estes, que empregam, criam riqueza, investem em Tomar muito ou pouco não interessa, acho que a circulação apenas de ligeiros, sem estacionamento, num horário entre as 9 horas e as 19, seria algo de positivo. E reparem que alguns ramos de negócio nunca se instalarão aí pela razão desta ser uma artéria só pedonal. Existem imensos casos no mundo, que todos conheçemos e que poderia trazer para a discussão, quando e no cenário que quiserem
Os visitantes / turistas são muito poucos, mesmo muito poucos em Tomar. E sobretudo não gostam das ruas da cidade velha por estarem continuamente por terminar em termos de obras, por verem os bancos da Praça da República e da Corredoura sem verniz, as floreiras em mau estado, as ruas com lixo, as paredes urinadas, iluminação muito deficitária, mau servço nos restaurantes e bares (há restauranetes onde, por exemplo, ninguem fala Inglês), etc. Esse é o verdadeiro problema. De formação e mentalidades. Existir uma rua ou mais com trânsito condicionado e esplanadas é pacifico. As pessoas gostam de ver e ser vistas. Veja-se o café Santa Iria por exemplo.
É esta a minha opinião. Discutível eu sei, mas estou pronto para a discussão."
Declaração para a Acta sobre “Constituição da Comissão da Feira de Santa Iria, 2009”
Gostaria, no entanto que no mandato 2005-2009 se tivesse ido mais longe e apontado o caminho futuro deste evento, tão enraizado na cultura e costumes de Tomar e da própria região, sendo verdade que o mesmo se encontra ameaçado, devido não só à questão da sua localização, como ainda por questões que se prendem com a montagem de todas as infra-estruturas necessárias à sua concretização da feira.
Relembro hoje o que sempre defendi – definição de um espaço funcional, apto a receber eventos deste e de outros tipos, potenciador de uma dinâmica e agenda de eventos que beneficie e amplifique as potencialidades de Tomar e da região do Médio-Tejo.
Declaração para a Acta sobre "Projecto de Arranjos Exteriores da Rua de Coimbra"
Senão vejamos – refere uma missiva do projectista – TECSEBAS, datada de 19/06/2009, na qual são dadas, segundo o que é referido, as respostas às questões / dúvidas levantadas pela Divisão de Serviços Urbanos – Serviços de Parques e Jardins, mas depois ficamos sem perceber se os referidos Serviços concordam ou subscrevem as explicações enunciadas pelo referido projectista.
Ora tal informação, a existir, seria para mim deveras relevante, pois dariam resposta às considerações pertinentes que foram oportunamente formuladas por esses Serviços e que continuam sem resposta, não se percebendo minimamente porque se teima na escolha de uma espécie arbórea endémica da China, Japão e Coreia, quando outras existem próprias do nosso clima, que por certo, teriam uma adaptação muito mais facilitada; bem como ficamos sem resposta à questão do revestimento das caldeiras ser feito ou não de acordo com as indicações dos Serviços de Paqrues e Jardins – “ o revestimento das caldeiras deve ser feito com materialporoso que não impermeabilize o solo”.
Mais, não posso mais uma vez concordar com o não aproveitamento dos exemplares de espécies arbóreas existentes no viveiro municipal, bem como do vasto conhecimento técnico e bom gosto dos funcionários da autarquia, que poderiam resultar em mais um excelente trabalho final, como o muito recentemente conseguido no embelezamento da rotunda conhecida como da PT, junto à Igreja de Santa Maria dos Olivais, e que eu tive a felicidade de coordenar.
Assim, e a optar-se por essa solução e não por aquela que é proposta, não só se estariam a reduzir os gastos com a obra, como também a rentabilizar-se o capital humano e material da autarquia. A opção proposta pelo projectista – “ A manutenção dos arbustos será, no primeiro ano, um encargo do empreiteiro”, tem-se revelado desastrosa, com grandes prejuízos morais e materiais para a autarquia. Vejam-se, a título de exemplo, as obras da envolvente ao Estádio Municipal, da envolvente à Igreja de Santa Maria dos Olivais ou da rotunda da entrada na cidade, na Av. D. Nuno Álvares Pereira. Uma interpretação, quanto a nós desadequada, dos empreiteiros das obras referidas, leva a que, no entender destes, as obras apenas necessitam de estar a 100% aquando do último dos 12 meses, sendo possível que até lá os espaços sejam autênticas florestas de mato e erva. Esta inaceitável situação, lesiva dos interesses do nosso município, obriga à intervenção dos nossos serviços de jardins, pois é a imagem de Tomar que está em causa.
Caso se opte, mais uma vez, por esta solução, será de novo um erro a somar a outros que têm sucedido num passado recente, em situações em tudo semelhantes.
Assim, sem estarem esclarecidas estas dúvidas, o nosso voto só poderá ser o da abstenção.
Declaração para Acta sobre o Mercado Municipal
Assim, escrevi, no semanário Cidade de Tomar, na edição de 9 de Setembro de 2005, e passo a citar “(…) que o investimento necessário para edificar um novo Mercado é elevado, sendo que as receitas arrecadadas pelo município provenientes de contratos de arrendamento de talhos e bancas de diversos tipos são extremamente diminutos, rondando os 400 mil euros/ano, incluindo já os cerca de 40 mil euros obtidos da cobrança de terrado aos vendedores ambulantes(…). Saibam também que o novo Mercado terá um custo mínimo estimado de 4 milhões de euros. Um novo Mercado Municipal digno de Tomar, amplo, moderno, actual, dotado de todas as infra-estruturas fundamentais a um projecto deste tipo é o que todos desejamos. Importa analisar, estudar, planear, discutir, reunir consensos. Será uma opção fulcral na política autárquica tomarense. Precisamos de verbas para fazer face à construção do espaço e depois para a sua manutenção – não queremos que os nossos filhos herdem os “elefantes brancos” que nós tivemos que herdar! Mas iremos conseguir.”
Em Abril de 2008, em entrevista ao mesmo semanário, apontei como primeiro objectivo do meu desempenho como Vereador com o Pelouro do Mercado e Feiras concretizar as obras necessárias ao funcionamento do Mercado Municipal, nomeadamente dando resposta às questões prementes relacionadas com os sanitários públicos, dos balneários para os funcionários da autarquia que aí exercem funções, e paralelamente, abrindo um procedimento de consulta visando a aquisição de balcões/montras frigoríficas para os espaços de venda de peixe. Tudo imperativos legais
Tudo foi elaborado e desenvolvido. Existe processo, projecto, medições e orçamento para concretizar o que foi anunciado.
Não consegui que a maioria que integrei, concretizasse o trabalho que desenvolvi.
Paralelamente, decorreu e ainda decorre o processo denominado Fórum que condiciona a decisão política por parte do Ex.mo Senhor Presidente.
Fomos chamando a atenção para o problema sério que existe no Mercado Municipal. Foi sendo adiada uma decisão de intervenção que preconizávamos, em tudo semelhante à que agora é proposta pelos Vereadores Independentes por Tomar.
Concordo com o preconizado nos pontos 1, 2 e 3, pelo que votaria favoravelmente tais propostas caso fossem apresentadas a discussão, ponto por ponto. Por ser da opinião que o ponto 4, tal como nos é apresentado, condicionará a acção e as opções do futuro Executivo Municipal, que será eleito no próximo dia 11 de Outubro, optei pela abstenção.
Por último, denuncio a arrogância com que o Partido Socialista tem tratado esta matéria, manifestada desta vez na publicação no seu site de candidatura de uma declaração de Voto, Contra, sobre o presente assunto, antes mesmo da proposta ser discutida e tomarmos deliberação. Não está presente o seu vereador, o que compreendemos pelo motivo invocado. O mesmo não se fez substituir pelo eleito imediatamente a seguir, José Vitorino, o que é facto inédito neste mandato. Seria interessante escutar a sua fundamentação. Os Vereadores Independentes por Tomar apresentam propostas em tudo idênticas das apresentadas até aqui pelo Partido Socialista. Fica uma transcrição da Declaração de Voto, que o não chegou a ser: “Porque não quer o Partido Socialista ficar refém de mais uma decisão tomada por outros, quando em Outubro vencer o embate eleitoral,Votamos CONTRA a presente proposta.”
Tomar, 25 de Agosto de 2009.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Paulo Portas preside à abertura da sede da candidatura “Saber Decidir” (c/ vídeo)
O presidente do CDS-PP prometeu voltar durante a campanha para as autárquicas, para ajudar a candidatura “Saber Decidir” como uma afirmação de mudança necessária a Tomar – “Ao fim de todos estes anos é necessária a mudança. É preciso ter alguém na câmara que fiscalize, pergunte e que tenha uma visão diferente de futuro”.
Perante uma plateia quase repleta que assistiu à inauguração da sede de campanha de Ivo Santos, num dia em que os termómetros ultrapassaram largamente os 30º graus centígrados, o cabeça-de-lista da equipa “Saber Decidir” mostrou-se satisfeito pela presença do presidente do CDS-PP. Ivo Santos definiu a sua candidatura como um acto de “coragem de assumir a ruptura” e de “coragem de em pouco tempo criar o programa de governo local e de confiança em todos os tomarenses. Nós queremos governar com todos os tomarenses”, referiu.
Luís Graça, da Comissão de Honra da lista apoiada pelo CDS-PP, centrou no candidato e no partido que o suporta, um factor essencial que determinou o seu apoio a esta candidatura – “Há muitos anos, muitos procuram o tesouro dos Templários e esse tesouro é – PERMANECER, RESISTINDO”.
A sede de campanha da candidatura “Saber Decidir” está a funcionar na Rua Marquês de Pombal, nº36.
Intervenções de Ivo Santos, Luis Graça e Paulo Portas na abertura da sede:
sábado, 29 de agosto de 2009
Inauguração da sede - alteração da hora
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Criticas à inércia sobre o CDOS 2
http://www.radiohertz.pt/?noticiarioid=324
- Transcrição da notícia da Rádio Hertz -
"Corvelo de Sousa confidenciou que não gostou de ouvir as críticas de Ivo Santos em relação à mudança do Centro Distrital de Operações de Socorro de Tomar para Almeirim, afirmando mesmo que as afirmações em causa devem ser enquadradas em matéria política.
Ivo Santos ouviu e já reagiu, em declarações à Hertz: «Apenas me limitei a constatar factos. Nos últimos tempos, temos assistido a uma série de declarações do vice-presidente da Câmara Municipal de Almeirim que não deverá estar a inventar factos. Quem colocou este assunto em cima da mesa fui eu e só lamento que da parte do presidente não tenha existido qualquer tipo de comunicação para com os seus vereadores. Julgo que até foram omitidos um conjunto de situações sobre esta matéria, que seriam de todo o interesse para a população. Quanto ao eleitoralismo, julgo que se exige uma postura pró-activa em defesa de Tomar. Foi isso que me limitei a fazer. Se confundem este modo de agir com eleitoralismo...».
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Inauguração da sede de campanha
A sede da candidatura “Saber Decidir” fica situada na Rua Marquês de Pombal, 36 (frente ao Café Santa Iria).
Convidamos todos os apoiantes e simpatizantes da candidatura a estarem presentes.
Encontros com... Acitofeba

Encontros com... Comissão de Utentes da Saude do Médio Tejo


quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Proposta apresentada por Ivo Santos na reunião do executivo

A Outonos da Vida – Associação para os Cuidados Paliativos e Dor Crónica do Médio Tejo, é uma associação sem fins lucrativos recentemente criada, que conta já com dezenas de sócios e voluntários, e que se encontra a desenvolver o processo burocrático com vista a obter certificação como Instituição Privada de Solidariedade Social.
Das várias metas que esta Associação pretende atingir, destaco a intenção de implantar a filosofia dos cuidados paliativos na vida dos doentes com doenças como o cancro, a sida e doenças degenerativas, bem como promover o acompanhamento das pessoas em fim de vida e das suas famílias, promovendo o atendimento em Cuidados Paliativos e Dor Crónica, tanto em assistência domiciliar como em ambulatório, com o objectivo de aliviar sintomas de dor e desconforto.
O trabalho da Associação será totalmente voluntário, através de equipas multidisciplinares, de médicos, assistentes sociais, enfermeiros e cidadãos responsáveis que querem ajudar o seu próximo.
Temos conhecimento que foram já endereçadas duas missivas ao Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal, onde foram explicados os pressupostos e objectivos da Associação, solicitando audiência, as quais não obtiveram qualquer resposta formal ou informal.
Assim, por estarmos cientes da importância desta Associação necessitar urgentemente de um espaço físico, que funcione como sede, associado ao facto de terem desde a primeira hora escolhido a cidade de Tomar como sede, proponho que o Executivo Municipal:
1 – Colabore activamente com a Associação Outonos da Vida, de modo a serem atingidos os objectivos que estão na génese da sua constituição.
2 – Proceda às diligências tidas como necessárias, por forma a protocolar a disponibilização de um espaço físico, que torne possível a instalação da referida Associação, em Tomar.
Tomar, 25 de Agosto de 2009
Crísticas à inércia sobre o CDOS
http://www.radiohertz.pt/?pagina=noticias&id=923
http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=33250&idSeccao=423&Action=noticia
"Desde a última tomada de posição pública, por parte deste Executivo, muitos factos ocorreram, nomeadamente o avançar de todo o processo conducente à apressada transferência do CDOS, de Tomar para Almeirim. A população de Tomar e da região teve conhecimento que a Câmara de Almeirim procedeu ao aluguer de um espaço para, já no próximo mês de Setembro, proporcionar condições de instalação transitórias ao CDOS. Ouvimos e lemos declarações sobre a matéria, por parte do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Almeirim. Ouvimos declarações de todas as partes envolvidas. De todas, menos do Presidente da Câmara Municipal de Tomar. Assim constatamos algo impensável - a anuência, o total e absoluto silêncio por parte do Senhor Presidente da Câmara Municipal sobre tão importante matéria para Tomar como é a presente. Mais, não teve Vossa Excelência a gentileza, para não dizer a obrigação, de comunicar aos elementos do seu Executivo o resultado de várias reuniões que foram solicitadas quer pela Câmara Municipal de Tomar, quer pela Assembleia Municipal de Tomar, onde esta matéria foi analisada.
Reitero de novo, e perante os novos factos que chegaram ao nosso conhecimento via comunicação social, que a autarquia devia reservar-se ao direito de vir a agir em conformidade - quanto à continuação de utilização das instalações em referência e à falta de pagamento do vencimento dos funcionários – podendo mesmo equacionar o eventual encerramento das actuais instalações, ou fazendo depender o funcionamento do CDOS, do cumprimento total e efectivo do Protocolo em vigor, isto após a liquidação total da dívida, à data.
Lamento que tão importante matéria não tenha merecido por parte de Vossa Excelência a atenção devida, e que tenha tão rapidamente desistido de lutar por esta nobre causa. Também lamento que não se tenham tomado posições fortes e concretas. Esta matéria exigia-o porque a razão esteve e está do nosso lado. A população estava do seu lado, os eleitos, à excepção dos Vogais do Partido Socialista com assento na Assembleia Municipal também. Permita-me que lhe diga que perdeu uma oportunidade de Ouro para provar efectivamente que a sua vontade é a de que Tomar não pode parar.
Deste modo, o que verificamos é que Tomar fica mais uma vez a perder.
Tomar, 25 de Agosto de 2009"